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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Fashion Rio inverno 2012 - Maria Bonita Extra

Oi, pessoal!


Comemorando este ano 21 anos de mercado, a Maria Bonita Extra apresenta uma coleção clássica e romântica – marca registrada da grife.
O tema escolhido foram os Ciclos de vida que não tem fim, a matemática era reinventar e assim criar o novo.
As formas são simples, mais estruturadas, silhuetas marcadas e comprimentos mini, tudo que uma mulher romântica precisa para esse inverno tropical.
O uso de matéria prima com texturas e tecidos nobres, como musseline de seda, tafetá (as vezes trabalhados e texturizados a mão). Mistura de estampas, em alguns momentos maxis e em outros minis dão o tom da coleção.  Utilizando estampas atém mesmo sobre o  jacquard. Detalhe para as peças listradas (foi utilizado fitas de gorgorão para este efeito).
O uso do vinho, vermelhos (hora metalizados), verde e azul predominam na coleção.
Assim como em outros desfiles já apresentados, o uso de looks com apenas uma cor, laços e golas marcadas serão a pedida para a próxima estação.
Um desfile clássico, assim como a marca.
||Laís Souza, Postadora||

Sacada - Senac Rio Fashion Business

Oi, pessoal!



A Sacada traz para o inverno uma coleção que faz referência a elegância a glamour dos anos 40 combinados com a modernidade e atitude dos anos 80 e, segundo a diretora criativa da marca, Beti Speiski, um toque dos anos 20. A peça chave do desfile, ainda segundo Beti, é o último look – composto por um vestido longo e fluido e uma jaqueta perfecto, cheia de recortes, texturas e com o ombro bem marcado.
A coleção voltada para mulheres sofisticadas e de muita personalidade, aposta na máxima mistura de tecidos e tendências de décadas aparentemente desconexas, afim de não cair no óbvio. Brocados misturados com ombreiras, vestidos de franja e correntes de metal são um pouco da mescla de informações apresentadas.
Dentre os tecidos utilizados estão a renda, o couro, os matelassados e os veludos. A cartela de cores inclui uma variedade de dourados, cobre, ferrugem, preto, camelo e púrpura. Os vestidos apresentam uma silhueta estruturada e por vezes ombreiras que contrapõem a fluidez presente nos tecidos.
Os sapatos altíssimos, no modelo peep toe, apareceram com cores diferentes na região da plataforma e salto, tendo como cor principal o preto e o dourado, alguns com a parte da frente em verde e púrpura. Luvas com um ar rocker e capacetes de motociclista pretos e em tons acobreados foram os acessórios utilizados. As bolsas eram tipo carteira e apareceram em tons mais neutros e com menos brilho. Os cabelos presos em coques levemente esvoaçados completavam a idéia de uma mulher atual e preparada para tudo, sem perder a beleza e sofisticação.
A Sacada traz para o inverno uma coleção que faz referência a elegância a glamour dos anos 40 combinados com a modernidade e atitude dos anos 80 e, segundo a diretora criativa da marca, Beti Speiski, um toque dos anos 20. A peça chave do desfile, ainda segundo Beti, é o último look – composto por um vestido longo e fluido e uma jaqueta perfecto, cheia de recortes, texturas e com o ombro bem marcado.
A coleção voltada para mulheres sofisticadas e de muita personalidade, aposta na máxima mistura de tecidos e tendências de décadas aparentemente desconexas, afim de não cair no óbvio. Brocados misturados com ombreiras, vestidos de franja e correntes de metal são um pouco da mescla de informações apresentadas.
Dentre os tecidos utilizados estão a renda, o couro, os matelassados e os veludos. A cartela de cores inclui uma variedade de dourados, cobre, ferrugem, preto, camelo e púrpura. Os vestidos apresentam uma silhueta estruturada e por vezes ombreiras que contrapõem a fluidez presente nos tecidos.
Os sapatos altíssimos, no modelo peep toe, apareceram com cores diferentes na região da plataforma e salto, tendo como cor principal o preto e o dourado, alguns com a parte da frente em verde e púrpura. Luvas com um ar rocker e capacetes de motociclista pretos e em tons acobreados foram os acessórios utilizados. As bolsas eram tipo carteira e apareceram em tons mais neutros e com menos brilho. Os cabelos presos em coques levemente esvoaçados completavam a idéia de uma mulher atual e preparada para tudo, sem perder a beleza e sofisticação.
||Laís Souza, Postadora||

Fashion Rio inverno 2012 - Bianca Marques

Oi, pessoal!


A estilista carioca, Bianca Marques, homenageou a grande bailarina Ana Botafogo, que iniciou o desfile com uma delicada, sincera e emocionada apresentação de balé. Bianca pode falar do assunto com propriedade, já que é bailarina clássica e muito amiga de Ana.
Toda a leveza e romantismo do balé estavam presentes. Tecidos flúidos como a organza e a seda se misturavam a materiais mais pesados, como a lã presente nos tricôs, porém não menos suave tudo misturado ao estonteante veludo vermelho. Aplicações de pérolas e cristais iluminavam as roupas, lembrando os grandes lustres do Teatro Municipal.
Cores frias como o nude, o rosa e o off-white se contrapuseram ao chumbo da alfaitaria e o preto e o vermelho. A estampa floral em transparência esvoaçante e a de cisnes sobre a seda vermelha e marinho compuseram um desfile emocionante e bem-sucedido.
A plataforma de salto bem alto e a amarração que lembrava a das sapatilhas de balé são assinas pela própria Bianca. As jóias incríveis, inspiradas nas asas dos cisnes e feitas em ouro branco, são da designer e artesã Ucha Valverde.
||Laís Souza, Postadora||

Fashion Rio inverno 2012 - Rio Moda Hype dia 2

Oi, pessoal!


Ontem desfilaram no último dia de Rio Moda Hype, mais cinco novos talentos. Ares retrô misturados a pensamentos tecnológicos foram apresentados em coleções coerentes, diversas e criativas.
Branchée - RJ
Revisitando o Swinging londrino, Carolina Herszenhut entende o inverno tropical brasileiro e traz uma coleção fresca e antenada. A coleção, que traz uma proposta 60’s, mistura cores quentes e estampas multicolorias em fundo off-white, tanto em cima do cetim matelassado, quanto em tricô e plissados. O chapéu de feltro e o óculos croco retrô, deram mais um clima vintage à coleção, que se mostrou bastante tecnológica em estamparia e matéria prima.
Estúdio Frame - SP
A coleção da estilista Patrícia Brito tem como ponto de partida as torções formadas pelo nó, sendo conduzida pelos seus desdobramentos, buscando os caminhos do fio e o deslocamento das modelagens. A malha aparece muito forte, em diversas composições, mais encorpadas ou mais frias e em várias peças, até mesmo chapéus e bolsas. Conforto parece ser a palavra de ordem por aqui. Diversas nuances de azul e cinza, com pontos de vermelho, preto e nude.
Paulo Rocha - RJ
Buscando referências na obra do fotógrafo Marc Ferrez, que retratava os trabalhadores urbanos da era do Império, Paulo Rocha trouxe a tecelagem e a alfaiataria em diversas propostas, o tricô apareceu em cardigãs e pullovers com o ponto hora mais aberto, hora mais fechado, permitindo criar nuances de transparência a tecidos pesados como a lã. Modelagens desconstruídas, calças curtas, camisaria em seda e casacos de lã estruturados em tons de preto, azul cobalto, cinza e verde esmeralda .
San Marcuccy – DF
Sann Marcuccy brinca com a ilusão de ótica na passarela. Ligada na sustentabiladade, a coleção traz pro Fashion Rio, materiais com misturas de fibras naturais, como o linho com a seda, o linho com fibra de abacaxi, algodão e seda pura. A modelagem é minimalista, com linhas retas e sem volume. Ainda respeitando esse lado natural, as cores são tons neutros e terrosos, as estampas trazem simetria e buscam esse clima ilusionista das miragens.
Martins Paulo – PI
Foi o brasileiro, percursor da aviação, que o estilista Martins Paulo escolheu para conduzir o seu inverno 2012. Pautada pelos tons mais primários como o azul, o amarelo e a sua mistura, o verde, sobre bases neutras como o preto e o nude, a coleção traz um rico, cuidadoso e bem feito trabalho de modelagem com estrura, aerodinâmica e estrutura arquitetônica. Uma alfaitaria desconstruída a partir dos recortes e das dobraduras e que nos lembrava um pouco as técnicas origami, como a que usamos para fazer aviõezinhos de papel.
||Laís Souza, Postadora||

Addict - Senac Rio Fashion Business

Oi, pessoal!



A Addict traz para o inverno uma coleção que estuda o universo da geometria fractal, definido por João Mello, diretor de criação da marca, como sendo “uma geometria que explica formas que não conseguiam ser explicadas pela geometria clássica”, que diz também que essa coleção mostra o amadurecimento da marca.
As peças variam em seu estilo, mostrando um homem viajante, composto por infinitos detalhes e formas de se apresentar. Algumas são compostas por um tecido tecnológico, outras por tricô pesado, que faz referência a mais um dos temas inspiradores, Machu Pitchu, e ainda algumas feitas com tramas rústicas de tear de algodão da ONG Nós da Trama. 
As cores seguem os tons terrosos em sua maioria, com aparições de verdes, amarelos e cinzas. As estampas geométricas destacam triângulos e nas peças confeccionadas com tricô de tear, a mescla dos algodões com cores diferentes formam listras que se intercalam, trazendo como referência as linhas de Nazca.
Alguns detalhes na confecção e combinação das peças aparecem: como listras de cor diferente na parte interior nas calças e bermudas, a combinação xadrez e listras, a borda evidente de uma peça sobreposta e casacos fechados até o meio. Bolsas grandes, de mão e tiracolo, junto com algumas toucas típicas são os acessórios que aparecem no desfile. Os sapatos são de couro seguem as cores das roupas.
Dando continuidade a ideia com infinitas possibilidades e conhecimentos na bagagem, a maquiagem de Max Weber apresenta formas geométricas, como uma caixa que representa, segundo ele, a mente e consciência. Max acrescenta ainda que a ideia central dos desenhos geométricos utilizados parte de “ uma teoria das formas do nascimento e morte”.
A Addict traz para o inverno uma coleção que estuda o universo da geometria fractal, definido por João Mello, diretor de criação da marca, como sendo “uma geometria que explica formas que não conseguiam ser explicadas pela geometria clássica”, que diz também que essa coleção mostra o amadurecimento da marca.
 As peças variam em seu estilo, mostrando um homem viajante, composto por infinitos detalhes e formas de se apresentar. Algumas são compostas por um tecido tecnológico, outras por tricô pesado, que faz referência a mais um dos temas inspiradores, Machu Pitchu, e ainda algumas feitas com tramas rústicas de tear de algodão da ONG Nós da Trama. 
 As cores seguem os tons terrosos em sua maioria, com aparições de verdes, amarelos e cinzas. As estampas geométricas destacam triângulos e nas peças confeccionadas com tricô de tear, a mescla dos algodões com cores diferentes formam listras que se intercalam, trazendo como referência as linhas de Nazca.
 Alguns detalhes na confecção e combinação das peças aparecem: como listras de cor diferente na parte interior nas calças e bermudas, a combinação xadrez e listras, a borda evidente de uma peça sobreposta e casacos fechados até o meio. Bolsas grandes, de mão e tiracolo, junto com algumas toucas típicas são os acessórios que aparecem no desfile. Os sapatos são de couro seguem as cores das roupas.
Dando continuidade a ideia com infinitas possibilidades e conhecimentos na bagagem, a maquiagem de Max Weber apresenta formas geométricas, como uma caixa que representa, segundo ele, a mente e consciência. Max acrescenta ainda que a ideia central dos desenhos geométricos utilizados parte de “ uma teoria das formas do nascimento e morte”.
||Laís Souza, Postadora||